“Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer continuará só, mas se morrer dará muito fruto” Jo12:24
Para a semente é necessário começar a morrer, para então voltar a vida. As sementes ilustram o sacrifício.
Quando a semente morre ela produz o fruto e multiplica, multiplica os nossos sonhos, projetos e conquistas, mas a multiplicação tem um preço, o sacrifício.
Ao ponderar os esforços, lutar contra os erros, criar alternativas, chorar, perder e regressar, vivemos o drama da semente em transformação, a semente que cai e luta pela vida até que apareça a primeira folha e depois o tão sonhado fruto.
Entendermos que o sacrifício é parte do processo e se faz necessário é preencher a vida com valores que crescem a longo prazo, é um gesto corajoso e exige de nós humildade e comprometimento.
Jesus usou o exemplo da semente para nos ensinar:
“Veja como o lavrador espera com paciência que a sua terra dê colheitas preciosas. Ele espera pacientemente pelas chuvas de outono e da primavera” Tg 5:7
Assim Deus espera por nós pacientemente, pelos frutos que podemos dar após os sacrifícios que nos dispusemos a enfrentar
“Aqueles que saíram chorando levando a semente para semear voltarão cantando, cheios de alegria, trazendo nos braços os feixes da colheita” Sl 126:6
Deus nos criou para um propósito, para que descemos frutos
“Não foi vós que me escolheu, pelo contrário fui eu que vos escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca” Jo 15:16
O Senhor fará com que nossas sementes cresçam, se tornem folhas e surgem muitos frutos, resultando numa grande colheita como resultado da nossa entrega e disciplina.
A folhinha verde é o primeiro impacto na floresta da vida, demonstrando que vem por aí uma grande árvore
Denyse Bittencourt
